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Vogue Brasil

Chá de salão: a primeira parada de Alessandra Ambrosio no Brasil?

Top passou o dia fazendo tratamentos capilares no Laces, em São Paulo

Matéria da Vogue na edição 20 de dezembro de 2017
Por Matheus Mazzafera

Alessandra Ambrosio já está entre nós. Presença certa no Réveillon brasileiro, a top aterrissou em São Paulo esta semana, a tempo da maratona de festividades do fim de ano. A primeira parada da modelo na capital paulita? O salão!
A mãe de Anja e Noah passou a tarde de terça-feira (19.12) tratando os cabelos no Lace and Hair, salão queridinho das famosas, fashionistas e bem nascidas e expert em tratamentos naturais para a saúde capilar. Por lá, a top fez os tratamentos multivitaminas e bordado, para ficar preparada para bater os cabelos no Ano-Novo. Vogue tem cliques exclusivos da beldade por lá – confira nesta página!

Chá de salão: a primeira parada de Alessandra Ambrosio no Brasil? - Vogue Brasil

Chique e Fashion - Candice Swanepoel

Revista Casa Vogue

Candice Swanepoel no Laces

O Laces and Hair não é só badalado no Brasil. A top sul-africana Candice Swanepoel, esteve hoje no local comandando pela Cris Dios

Matéria da Chic e Fashion na edição de 09 novembro de 2017 por Márcia Britto.

De passagem pelo Brasil, a angel foi tratar as suas madeixas na unidade do shopping Villa Lobos, onde foi recebida pelas mãos de Cris, que é especialista em tratamentos saudáveis.

Por lá, Candice realizou dois tipos de hidratação: o Multi-vitaminas e o Aminoácidos Laces. O combo de nutrição é o segredo da top por aqui no Brasil e, dessa vez, o motivo foi o desfile da Victoria’s Secret, que acontecerá no final deste mês, em Xangai. Segundo Cris Dios, a modelo mantém o cuidados com utilizando o nutricare e o Ssoro, produtos de beleza da marca própria do Laces.

 

Chique e Fashion - Candice Swanepoel

Materia Casa Vogue

Casa Vogue

Sustentabilidade: comece com essas dicas

Ser mais sustentável não é tão difícil e pode sim ser lucrativo para as marcas, dizem Itamar Ceccheto, André Carvalhal e Philippe Lisbona, no Casa Vogue Experience

Matéria da Casa Vogue na edição de 06 de outubro de 2017 por Carol Scolforo.

 

Materia Casa Vogue

“Em São Paulo, todos os dias, para as mulheres ficarem loiras, salões descartam nada menos que 15 toneladas de papel alumínio”, conta Itamar Ceccheto, que dirige o salão Laces and Hair na cidade. Ao lado de André Carvalhal, ex-marketing da Farm e agora à frente da Ahlma, e do biólogo Philippe Lisbona, ele impressionou o auditório neste segundo dia (19/10) de Casa Vogue Experience, com o talk “Sustentabilidade nos Negócios de Moda e Beleza”.

O trio fez uma reflexão sobre o consumo desenfreado que vivemos e expôs as ideias que as marcas aplicam, mesmo enfrentando dificuldades inegáveis para seguir os valores da sustentabilidade. “Você precisa fazer concessões para trabalhar com sustentabilidade. Mas não se pode pensar nela sem pensar no desenvolvimento das pessoas, nos recursos finitos, e em como devolver à natureza o que retiramos dela”, conta Itamar. Abaixo, veja as dicas do trio para aplicar já na vida – o que importa é se abrir a essa consciência gradualmente, eles dizem.

 

Materia Casa Vogue

Editora Beta Germano conversa com André Carvalhal, Itamar Cechetto e Philippe Lisbona sobre sustentabilidade em moda e beleza (Foto: David Mazzo)

Na beleza

– Use menos cosméticos, e cuide mais da água com a qual você lava seus cabelos

– Conheça os ingredientes que seus cosméticos contêm. “Geralmente o primeiro ingrediente da formulação é o que tem maior concentração, e o último é o de menor concentração”, diz Itamar. Olho no rótulo pra saber o que você está usando.

– Comece a se relacionar mais com as marcas e conhecer o trabalho por trás dos produtos que ela fabrica.

Na moda

– Evite levar muitas embalagens para casa. “Para uma marca, cada produto vendido gera um custo de R$ 15 em embalagens”, diz André Carvalhal.

– Reuse, customize suas roupas e abra-se ao upcycling, em vez de comprar roupas novas. “A lavagem de uma calça jeans na indústria da moda consome a água que uma pessoa bebe em três anos”, diz André Carvalhal. E mais: um dado mundial mostra que 2/3 das roupas produzidas no mundo não são vendidas – 66% dos tecidos vão para aterros sanitários.