Uma empresa que é socialmente responsável está constantemente envolvida em ações sociais e isso passa longe de ser assistencialista. É por isso que há alguns anos temos participado diretamente dos projetos abaixo, como forma de colaborar na sustentação de suas existências e também de somar potências ao que cada um deles já vem desenvolvendo e realizando. O LACES tem como sua missão contribuir com a qualidade de vida e bem-estar social.

PROJETO
BEM QUERER MULHER

O Bem Querer Mulher é um programa de acolhimento e orientação para mulheres que visa coibir a violência doméstica e busca conscientizar a população sobre as diversas formas de violência, ressaltando a Lei Maria da Penha. Oferecem capacitação, apoio e recursos em prol da autoestima feminina. O projeto foi criado em 2004 com o apoio da ONU Mulheres por iniciativa de um grupo de lideranças empresariais e sociais e é auditado pela PWC – Price Waterhouse Coopers.

Em 2020, o LACES contribuiu financeiramente com o atendimento e auxílio de 6.985 mulheres, dentre eles: orientação jurídica, atendimento social e atendimento psicológico. Além disso, cestas básicas e álcool gel foram distribuídos àquelas com situação de maior vulnerabilidade.

BALLET
DE PARAISÓPOLIS

O Ballet Paraisópolis foi fundado em 2012 pela bailarina, professora e coreógrafa, Monica Tarragó. A ideia de criar um projeto que atendesse crianças e jovens na comunidade de Paraisópolis surgiu da vontade de tomar uma iniciativa perante o que Monica via de sua própria janela: desigualdade e vulnerabilidade. A partir da experiência adquirida como bailarina e professora de ballet, iniciou um projeto de formação que, por meio do ensino da dança clássica e contemporânea, incentiva crianças e adolescentes na busca por melhores oportunidades de vida.

O Laces investe mensalmente na carreira de 05 bailarinas do grupo, incentivando-as a seguir seus sonhos e se profissionalizarem. Além disso, nossas unidades recebem também mensalmente as 22 bailarinas do ballet para tratar e cuidar dos seus cabelos, abrindo espaço para trabalharem também sua autoestima.

XINGU:
TRIBO KAMAYURÁ

Nós entendemos as Terras Indígenas como áreas essenciais para conservação da diversidade biológica e cultural nos biomas florestais brasileiros e há alguns anos estabelecemos uma relação profunda e próxima com a aldeia Kamayurá, no Alto Xingú.

Acreditamos que uma forma de colaborar diretamente na preservação da cultura indígena é, além de estimular o artesanato local, entender as suas necessidades e como podemos contribuir de forma positiva sem afetar seus costumes. Recentemente doamos mais de 100 luminárias fotovoltáicas para iluminar a aldeia após ataques de onça pintada aos moradores da comunidade. Um de nossos parceiros nessa jornada com a ladeira Kamauyrá é a “Outra Margem”, uma produtora que traz a criação artística como possibilidade de transformação do mundo.